A saga do Rodrigo durante a expansão de Rede para TV Digital

Para quem tem a memória curta, parece que a gente sempre viveu na era da TV digital. Afinal, termos como “1080” e “HD” são conhecidos por todos aqueles que têm um aparelho de TV ou até quem mesmo gosta de assistir os seus filmes no notebook.

Bom, em 2008, o Rodrigo não conhecia nenhum desses termos. Nesta história, conheceremos como ele foi finalmente apresentado ao revolucionário mundo da imagem e som de alta qualidade, com definição jamais vista anteriormente, proporcionada pela expansão de rede para tv digital. Venha conosco!

Os primórdios

— Pô, Rodrigo. Tô te dizendo, cara.

— Não. Você tem fama de falador de bobagem. Te conheço.

— Tô te falando. As sardas dela são lindas! Coisa de cinema, só que na TV.

—  Como, parceiro? Eu colei a cara na televisão e não vi nada.

—  Tenta hoje. Não tem como perder por duas vezes seguidas.

Meio desconfiado, Rodrigo voltou para casa e aguardou ansiosamente o início da sua série favorita. Carlos tinha fama de mentiroso, mas ele apresentava um brilho incomum nos olhos quando garantiu que a personagem predileta dos dois, Sarah Evans, tinha as sardas mais bonitas do mundo.

20:00: a vinheta conhecida do programa brotou na televisão e Rodrigo se remexeu inquieto na poltrona. A sua ansiedade ficou ainda maior quando ele notou que as cenas iniciais envolviam os dois bad boys da série, Curly Thompson e Anthony Curtis. Nada da Sarah ainda.

Finalmente, alguns minutos depois, a moça pintou na tela. Deslumbrante como sempre: parecia até mesmo que o sol deixara de iluminar todo mundo dentro daquele cenário para se concentrar unicamente nela. Rodrigo, impaciente como nunca, colou os olhos na tela.

Um close bem próximo do rosto angelical de Sarah. Os olhos de Rodrigo percorreram toda a tela: nada escapa ao seu exame. No entanto, Carlos estava errado e contando mentiras, como sempre. Sarah não tinha sarda alguma.

No dia seguinte, Carlos estava em uma rodinha animada de conversa, mas o tapa na nuca que Rodrigo desferiu tirou-lhe o sorriso do rosto de forma impetuosa. O rapaz se virou, assustado, esperando dar de cara com algum policial rigoroso. Mas era só o seu amigo de sempre.

— Mas o que foi isso, Rodrigo? Tá louco?

— Isso é para você não contar bobagem mais, seu cretino. Sarah não tem sarda alguma!

 — Como assim, parceiro? Hoje nós vamos assistir o episódio na sua casa e eu apontarei todas elas. Vou até levar uma lupa!

Bom, Carlos poderia ser um mentiroso de marca maior, mas dessa vez ele cumpriu o acordado. Ambos falaram pouco, muito por causa da fumacinha de fúria que saía das narinas de Rodrigo.

Quando às 20:00 chegaram, Sarah apareceu logo de cara. Carlos deu uma olhada ao redor do aparelho, como se estivesse procurando algo. Depois, começou a se escangalhar de rir.

Atônito, Rodrigo não entendeu nada. “Tá rindo de que, vacilão?”, questionou ele. Carlos ria tanto que nem mesmo notou que estava perdendo todo o episódio. Quando ele finalmente conseguiu se recuperar, enxugou os olhos e jogou a bomba:

— O problema não é a Sarah, cara. A Sarah continua linda. O problema é essa sua TV analógica que engoliu as sardas da menina!

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Um novo mundo de possibilidades

Foi como se Rodrigo estivesse provando o elixir do conhecimento, a pedra filosofal que tornou a sua vida finalmente completa. Com o auxílio de Carlos (que não era um amigo tão sacana assim, afinal), ele entrou em contato com a Teletronix e foi apresentado ao mundo da TV digital.

Isso porque a televisão dele contava com um sistema analógico, que emite um sinal contínuo e variável conforme o tempo — o que faz com que ele se torne oscilante e apresente instabilidade. Desse modo, chuviscos e ruídos atrapalham a transmissão de imagem e som.

Por outro lado, o sinal digital não apresenta elementos descontínuos. Assim, são menos faixas de frequência e pouca oscilação. Tudo isso resulta em uma transmissão mais consistente, com uma qualidade superior de imagem e de som.

Dessa vez, ele conseguiu ver as sardas de Sarah: o fato até gerou um e-mail quilométrico, que provocou uma resposta da estrela duas semanas depois. Rodrigo estranhou o fato de a carta ter sido toda digitada no computador e conter somente o autógrafo à caneta, mas tudo bem — vida que segue.

Rodrigo ficou surpreso, também, com a quantidade pequena de aparelhos que ele precisou adquirir para se adequar à essa exigência dos novos tempos. Basicamente, ele precisou de quatro equipamentos básicos.

Equipamentos para a expansão de rede

Agora, apresentaremos tudo que é preciso para ter acesso ao sinal digital — e não passar vergonha como o Rodrigo.

Conversor digital

O conversor, também chamado de set-top box, é o responsável pela transformação do sinal: de analógico para digital. Era a principal peça que Rodrigo precisava para visualizar as sardas de Sarah em todo o seu esplendor.

Isso porque, mesmo as pessoas que têm uma televisão mais antiga, conseguem se beneficiar dos recursos trazidos pela TV digital com o conversor. Desse modo, é possível obter alta qualidade imagem e som.

É interessante notar que as TVs mais modernas, de LCD ou LED, fabricadas a partir de 2012, já costumam contar com um conversor integrado ou embutido no sistema. O nosso amigo Rodrigo, em 2019, é um feliz proprietário de um aparelho assim.

Receptor

Os receptores digitais e HD oferecem imagem e som de alto nível, bem superior aos modelos analógicos. Além disso, ele utiliza cabos RCA para facilitar a transmissão dos dados até as saídas de vídeo e áudio da televisão.

É importante notar que, diferentemente do que ocorre, com os conversores, os receptores não são compatíveis com qualquer televisão. Desse modo, é muito importante adquirir um receptor que forneça transmissão em duas bandas (conhecidas como Banda C e Banda KU).

Antena

A antena utilizada pela TV digital é a UHF, também conhecida como “espinha de peixe”. Ela deve ser posicionada em um local alto da residência, na posição horizontal.

Além disso, é essencial introduzir o cabo conhecido como coaxial na antena. Ele é o responsável por transportar o sinal da antena até o aparelho de TV — ou até o conversor, se for o caso.

A sintonização dos canais

Por fim, a sintonização é a etapa final de ativação da recepção do sinal digital e a identificação de novos canais. No caso de TVs mais novas, basta acionar o controle remoto e explorar o conteúdo.

Do mesmo modo, nos casos nos quais o conversor foi instalado de forma separada, o controle remoto do aparelho é utilizado para buscar e explorar os diversos canais. Caso o usuário ainda encontre um problema, é necessário checar a posição da antena e dos aparelhos que citamos anteriormente.

Como pudemos ver nessa história, o final de Rodrigo foi feliz. Ele entrou em contato com a Teletronix e a empresa o ajudou prontamente na expansão da rede para TV digital. Hoje, ele e Carlos sempre relembram o caso e riem muito: a diferença é que dessa vez as gargalhadas são compartilhadas.

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Sobre o autor

Bruno Faria

Publicitário por formação, atua no setor de Marketing da Teletronix, uma empresa desde 1996 no mercado de radiodifusão, produzindo equipamentos para emissoras de rádio e TV.